Deputada Leandre debateu com secretária Nacional da Primeira Infância um relatório da CGU que aponta descontinuidade e falta de transparência nas ações do governo

Nesta semana, a deputada federal Leandre (PV-PR) participou, em Brasília, de uma reunião com a secretária Nacional da Primeira Infância, Luciana Lira. A deputada demonstrou preocupação sobre um relatório da CGU (Controladoria Geral da União) que aponta descontinuidade e falta de transparência nas ações do governo federal para a primeira infância.

De acordo com Leandre, que preside a Frente Parlamentar Mista da Primeira Infância, o relatório da CGU ratifica a necessidade de trabalhar ações intersetoriais em benefício das crianças de 0 a 6 anos.
 
“A CGU confirma aquilo que a gente sempre fala: temos muitas ações isoladas, que não conversam entre si. Com isso, se sobrepõe e não trazem o resultado esperado. Por isso, as ações para a Primeira Infância precisam ser intersetoriais e interinstitucionais. E é por este motivo que ter um Plano Nacional faz toda a diferença”, avalia.

No final do ano passado, Leandre fez uma indicação (INC 1212/2020) que sugere ao Presidente da República o envio de um projeto de lei à Câmara dos Deputados para instituir o Plano Nacional da Primeira Infância, com vigência até 2030.

Ela defende que o Plano Nacional da Primeira Infância é o norte para o Brasil construir políticas públicas estruturantes e transformadoras, capazes de garantir para as crianças um futuro de oportunidades.
 
“O grande desafio das políticas públicas é a descontinuidade. Em especial quando ocorre trocas de governos ou gestores. Infelizmente, vemos um monte de trabalho, meses de dedicação e aprendizado simplesmente jogado fora. Não podemos mais permitir esse tipo de situação, ainda mais quando se tratam de crianças, pois a infância é um período muito importante na vida e na formação dos seres humanos. Precisamos que as políticas públicas sejam implementadas, monitoradas e avaliadas e não abandonadas porque o novo gestor não gosta do tema”, pontuou Leandre.

 
Fonte: Assessoria de Imprensa / Revista VEJA
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